Reverb: a Música Impulsionando Marcas

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A Skol investindo pesado em música e criando selos para lançar artistas como Boogarins e Jaloo. A Red Bull e a Converse disponibilizando seus estúdios para a gravação de álbuns como o do Francisco el Hombre, do Carne Doce e do Raça. Liniker e Tássia Reis sendo os protagonistas de uma campanha do novo produto da Avon. Emicida tendo sua viagem pros EUA bancado pela Vice e pela Intel. Aqueles shows do Criolo e da Ivete Sangalo organizados pela Nívea.

Cada vez mais, marcas estão usando artistas para impulsionar seus ideais. E isso tem sido uma grande fonte de receita para muitos músicos, dos consagrados aos mais novos. Confira o curso e descubra como você também pode fazer parte

Descrição

Acompanho os festivais, as bandas, os lançamentos, os eventos de música ao mesmo tempo que me interesso em saber qual o caminho que a publicidade vai seguir num mundo em que o ato de consumir está sendo cada vez mais questionado, e está cada vez mais complicado trabalhar com comunicação de marcas. Enfim, o que eu quero dizer é que eu me interesso pelas duas coisas.

Só que chegou uma hora em que comecei a perceber esse dois mundos (marcas e bandas) se colidindo.

Marcas como a Skol investindo pesado em música e criando selos para lançar artistas como Boogarins e Jaloo. Marcas como a Red Bull e a Converse disponibilizando seus estúdios para a gravação de álbuns como o do Francisco el Hombre, do Carne Doce e do Raça. Liniker e Tássia Reis sendo os protagonistas de uma campanha do novo produto da Avon. Emicida tendo sua viagem pros EUA bancado pela Vice e pela Intel. Aqueles shows do Criolo e da Ivete Sangalo organizados pela Nívea… Enfim, exemplo é o que não falta.

Para ver essa realidade de perto, é só frequentar os maiores festivais independentes do país e ver que as marcas estão lá. Estava muito claro pra mim. Só o que faltava era uma experiência pessoal com alguma marca para confirmar a teoria.

Essa experiência aconteceu com minha a minha banda no final de 2016, quando fomos convidados pra tocar no nordeste. Seriam 9 datas, uma coisa muito foda, mas a gente simplesmente não tinha o dinheiro pra ir até lá (afinal, somos do RS e o nordeste fica muito longe daqui). Lembrei então dessa possibilidade de conversar com alguma marca e tentar fazer dessa nossa viagem por lugares paradisíacos algo bom pros dois lados. Montamos um projeto e batemos na porta.

Acabou rolando! Os caras toparam o que a gente propôs, nos deram uma grana e a gente conseguiu pagar as passagens da nossa tour.

Falando aqui parece muito simples, até porque não rolaria descrever com detalhes todo o processo nesse breve texto. Saiba que não, não é tão simples. Mas também não é impossível. Cada vez mais as marcas, grandes e pequenas, estão abrindo os olhos e começando a nos enxergar como potenciais mensageiros dos seus nomes e valores.

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REVERB, a música impulsionando marcas.

Existem cada vez mais marcas investindo em música como estratégia de comunicação. Dentro do mercado independente já tem muita gente ligada nisso, aproveitando o interesse dessas marcas pra criar parcerias e espalhar o seu som por aí. Bandas, selos, festivais… as possibilidades são infinitas.

Quer entender os motivos por trás desse fenômeno? Quer saber como aproveitar esse interesse das marcas? O seu projeto pode ser exatamente o que elas precisam.

 

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